segunda-feira, 28 de maio de 2012

Um anjo enfim, desilusão...


A chuva cai lá fora, enquanto o meu silêncio me consome. Os meus pés adormecem sem tuas palavras doces e frágeis e eu me torno o abraço da tristeza ao vento.
O gelo que perfura o meu coração se derrete em teus braços e tuas asas me aquecem quando no meu abismo permanecer. A minha mente se alivia em tua presença e o medo se afasta dos meus olhos tristes.
Este teu jeito simples que o meu amor esperava, agora faz reviver o meu coração e preenche o enorme vazio que nele se encontrava.
Deixa, então que os meus braços toquem as suas asas.
Deixa que o meu peito se aproxime do seu e possa eu sentir teu inocente coração.
Nossas alianças me prendem a ti e não permitem que eu chore as dores que o mundo me faz sentir.
Somente não deixe que nossos anjos se afastem, não permita que fantasmas sem um réliz coração, arranquem minhas asas.
Não permita, antes que eu te ame.


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