segunda-feira, 18 de junho de 2012

Senhor...

Quando passei pelas ruas vazias,
onde as crianças brincavam, eu nada sentia.
Eu toquei em você
e fui olhado como se fosse o meu pecado.
Sinto que não vou sobreviver,
meu coração despedaçado ao fim do dia
o qual sol se foi desperdiçado,
a noite me abraça e eu peço socorro.
Estou me casando, amarrado pelos pulsos,
leve me solidão ao sono, lave minhas lágrimas, o tempo está acabando
e eu peço socorro.
Tente me rviver, cale me, depressão,
afoga o pouco que sobrou de mim, 
esquerdo em minhas mãos,
cale me senhor.
Doce da sua boca sobria,
meu envenenamento.
Case se querido,
quer que eu vá embora?
Quero que fique, escuridão
casado contigo querido.
Quando as pessoas deixarem, humano,
será tarde.

senhor kinicois

terça-feira, 5 de junho de 2012

Eu...

Não me defino por sexo
Talvez então eu seja um anjo
Mas minhas lagrimas me revelam
Não ser este, contrario.
Chega de todas as mentiras
Que a mim foram julgadas
Agradeço. Obrigado por nada
As tantas e tantos.
Prefiro sair da vida das pessoas
Agora, antes que eu passe uma imagem ruim de mim...
Já se afastaras de mim por tão pouco e me ferirão bem mais por nada
Anjos também morrem.
Eu não ouço, não vejo e não falo.
Se me ferir com palavras eu não ouço, se fazes algo errado não vejo e do pouco que posso falar é que minhas palavras são reais e verdadeiras e minha aliança em fidelidade é pura.